UM SANTISTA SE AVENTURANDO NO CARIBE AMAZÔNICO

Os desafios de André, que largou São Paulo para iniciar uma cultura de hostel em Alter do Chão

Don Preguiça Hostel, em Alter do Chão

Um santista que se aventurou e decidiu empreender longe de casa

De São Paulo a Santarém

André Utescher, um santista que desde 2002 começou a mochilar, sempre ficando em hostels pelo mundo, tinha uma vontade de conciliar o trabalho com as viagens, como muitos donos de hostel.

Se formou em História, ainda em São Paulo, porém nunca trabalhou na área. Sua formação continua sendo sua paixão, mas todos os trabalhos que encontrava no ramo o impediam de seguir com seu amor por viajar.

Passou por trabalhos variados que o deram condição financeira e tempo para seguir seus mochilões. Um deles, em 2015, o levou ao antigo sonho de cruzar a Amazônia de barco. E esse antigo sonho o levou a outro: abrir um Hostel –com uma diferença de dois meses entre conhecer Alter do Chão e se mudar para lá.

“O começo foi difícil na velocidade 5 do Créu. Além de me acostumar com meu novo lar, tinha que montar um Hostel. Acostumados com as facilidades de São Paulo, penamos (eu e meu antigo sócio) em Santarém para conseguir cada item do Hostel. Cheguei ao ponto de comprar uma Kombi (Kitéria) em SP para vir com minha mudança e tudo o que eu não encontrava para o Hostel aqui em Santarém (incluindo 7 janelas iguais). Três mil e trezentos quilômetros depois, chegamos em definitivo e o Hostel ganhou forma”, conta André.

Hoje o Don Preguiça

16 camas

4 anos de casa aberta

A poucos passos das praias paradisíacas do Rio Tapajós

Cheguei ao ponto de comprar uma Kombi (Kitéria) em SP para vir com minha mudança e tudo o que eu não encontrava para o Hostel aqui em Santarém (incluindo 7 janelas iguais). Três mil e trezentos quilômetros depois, chegamos em definitivo e o Hostel ganhou forma.
André

A poucos passos do rio Tapajós

Hoje o Don Preguiça Hostel já mudou de endereço – está na orla de Alter do Chão, a poucos passos das principais praias e atrativos da vila.

O hostel diminuiu de tamanho e agora são dois sócios, André e Lorena, sua esposa.

Possui 16 leitos distribuídos entre dormitórios feminino, misto e suíte privativa, com uma vista maravilhosa do rio Tapajós.

“Nossa vocação é fazer o hóspede se sentir na casa de amigos em férias, com todo o conforto e segurança.”

Para oferecer a melhor experiência aos seus hóspedes, eles se colocam no lugar deles: a maioria chega de barco após alguns dias de viagem, cansados e sem imaginar a grandiosidade de Alter. Com tantas opções para todos os gostos, a região é praticamente o “resumão” da Amazônia: Trilhas e vivência na selva, comunidades indígenas e ribeirinhas, as melhores praias de água doce, igarapés, igapós e rios de todas as cores.

O imponente Tapajós, com seus quase 20 Km de largura em frente a vila se despede com suas águas azuis e seu leito de areia branca para pouco depois, em Santarém, se juntar ao Amazonas e se perder em suas águas barrentas.

Uma das principais atividades de André e sua equipe é ajudar viajantes a estender sua estadia após tomar conhecimento da quantidade de atrativos e ver a beleza de cada um.

“Nosso público varia bastante ao longo do ano. Os brasileiros, maioria dos hóspedes, vêm nos meses de férias e nos meses de agosto e setembro. O restante do ano é a vez dos gringos, muitos vindos de barco desde o Peru ou indo para lá. Alguns há semanas trocando de barco a cada porto grande. São tantas histórias e aventuras que passam por nossas redes que acabamos viajando com os ouvidos todas as noites matando a sede com cervejas paraenses que vendemos em nosso bar.”

Atingindo a maturidade hosteleira

André considera que hoje atingiram sua maturidade hosteleira.

Já fortaleceram sua marca e se tornaram referência de qualidade e atendimento, em uma região de pouca cultura hosteleira.

Desde o princípio, focaram em promover o destino e, ao deixar o Don Preguiça como referência, automaticamente promover o Hostel.

“A cultura de Hostel ainda está engatinhando no Norte mas é muito gratificante receber cada vez mais turistas regionais e na despedida ouvir que agora só fica em Hostel. Essa é a certeza de que nosso trabalho é bem feito.”

Hostel Don Preguiça saiu dos cadernos e planilhas e encontrou um sistema pra gerenciar toda a gestão

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A cultura de Hostel ainda está engatinhando no Norte mas é muito gratificante receber cada vez mais turistas regionais e na despedida ouvir que agora só fica em Hostel. Essa é a certeza de que nosso trabalho é bem feito.
André

Uma gestão automatizada até nos lugares mais remotos

Começaram sua gestão de reservas de forma rústica (caderno e caneta) nos primeiros meses. Logo a dificuldade de organização apareceu e buscaram um sistema gratuito (KWHotel) que utilizaram até julho deste ano

Foi quando perceberam a necessidade de um sistema mais intuitivo, voltado para hostels, com bom suporte e sincronizado com todos os seus canais de venda.

“Conversando com outros Hostels conheci o hqbeds e minha decisão foi quase instantânea. A diferença, ao mudar, foi gigantesca. Nossas reservas aumentaram consideravelmente, nossa organização se tornou mais simples e aliviou o trabalho deixando energias para outros focos. Hoje uso e abuso do hq e sempre que posso, recomendo o sistema. O salto que ele possibilita no negócio é suficiente para levantar qualquer hospedagem e o custo-benefício é algo admirável, difícil de encontrar.

O mochilão da hq continua!

Vamos trazer histórias reais de donos e donas de hostel do Brasil inteiro para descobrir o que aprenderam, como evoluíram e a paixão de cada um pela vida de hosteleiro.

Você já leu a história de Karin e de como conseguiram melhorar a rentabilidade do Tetris Container Hostel?

Até a próxima!

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